Como integrar cardápio digital, WhatsApp e iFood em uma só operação

Veja como integrar cardápio digital, WhatsApp e iFood num painel só, com a fila de pedidos organizada e cada canal cumprindo o seu papel.

Publicado em 7 de setembro de 2026

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A integração iFood se faz em quatro passos: monte o cardápio digital, conecte o atendimento do WhatsApp a ele, ative a integração com o aplicativo e opere tudo num painel só

São sete da noite de sexta. O tablet do iFood apita em um canto do balcão, o WhatsApp acumula mensagens de quem quer saber se ainda tem o combo do dia, e o pedido que acabou de cair no seu cardápio digital espera alguém confirmar. Você atravessa a cozinha três vezes só para conferir se não deixou nada passar.

A cena é conhecida por quem toca delivery, e ela não acontece por falta de organização, e sim porque cada canal foi chegando na sua operação em um momento diferente, com uma tela diferente, e ninguém nunca parou para juntar as pontas.

A boa notícia é que dá para colocar tudo na mesma fila. Neste conteúdo, você vai entender como fazer a integração iFood conviver com os seus canais próprios, o que muda quando os canais conversam entre si, qual é o papel de cada um na sua rotina, onde o pedido realmente se fecha em cada caminho e como começar a integração sem parar de vender no meio do processo.

Índice:

  • Como integrar cardápio digital, WhatsApp e iFood em uma só operação?
  • Por que os pedidos chegam de tantos lugares diferentes?
  • O que atrapalha a rotina quando cada canal vive numa tela?
  • O que significa integrar canais de pedido?
  • Qual é o papel de cada canal na sua operação?
  • Como o cardápio digital vira o centro da operação?
  • Como o WhatsApp entra como canal de atendimento?
  • Como os pedidos do iFood entram no mesmo painel?
  • Como funciona o painel de pedidos unificado?
  • Qual é a relação entre a Anota AI e o iFood?
  • Como fica a entrega quando os canais estão integrados?
  • Como equilibrar aplicativo e canal próprio sem perder venda?
  • O que muda no dia a dia da cozinha e do caixa?
  • Como começar a integrar sem parar a operação?
  • Quais erros evitar ao unificar os canais?
  • Uma operação organizada começa pelo seu próprio cardápio

Como integrar cardápio digital, WhatsApp e iFood em uma só operação?

A integração acontece em quatro movimentos, e a ordem importa: o cardápio digital vem primeiro, porque é nele que o pedido se conclui, venha o cliente de onde vier. Depois entram o atendimento, o aplicativo e o painel que reúne tudo.

  1. Monte o cardápio digital e deixe categorias, adicionais, área de entrega e disponibilidade de itens configurados. Se você já vende no iFood, importe o cardápio de lá para adiantar o cadastro.
  2. Conecte o WhatsApp e ative o atendente virtual. Ele responde as dúvidas que mais se repetem e envia o link do cardápio. O pedido em si é montado e enviado no cardápio digital, não na conversa.
  3. Ative a integração com o iFood, para que os pedidos feitos no aplicativo caiam na mesma fila dos seus canais próprios, sem precisar acompanhar um tablet à parte.
  4. Trabalhe a partir do painel de pedidos, com aceitação automática e alerta sonoro, para que tudo siga direto para a produção assim que entra.

O resultado prático é uma tela só. Cada canal mantém o papel dele: o cardápio digital é onde a venda se fecha, o WhatsApp atende e conduz o cliente até lá, e o aplicativo continua trazendo quem ainda não conhece o seu restaurante.

As seções seguintes detalham cada uma dessas etapas, com o que configurar, o que confirmar antes e quais erros evitar no caminho.

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Por que os pedidos chegam de tantos lugares diferentes?

O delivery deixou de ser um extra na operação e virou parte da receita principal de muita casa. Segundo a Abrasel, a alimentação fora do lar movimentou cerca de R$ 495 bilhões em 2025, e uma fatia relevante desse volume passa por pedidos que o cliente faz sem sair de casa.

Do lado de quem compra, o hábito está consolidado. A pesquisa Alimentação Hoje: A Visão do Consumidor, realizada pela Galunion em 2025, mostra que 92% dos consumidores pedem por delivery ou retirada, na maioria das vezes de duas a três vezes por mês.

Com a demanda espalhada assim, o dono de restaurante foi abrindo uma porta de cada vez. Primeiro o aplicativo, que trouxe visibilidade e cliente novo. Depois o WhatsApp, porque o cliente já estava lá e mandava mensagem de qualquer jeito. Mais adiante, o cardápio próprio, para não depender só de intermediário.

Cada porta resolveu um problema real no momento em que foi aberta. O efeito colateral apareceu depois, quando as três passaram a tocar ao mesmo tempo no mesmo horário de pico.

O que atrapalha a rotina quando cada canal vive numa tela?

O custo de operar canais separados raramente aparece na planilha. Ele aparece no cansaço da equipe, no pedido que saiu errado e na venda que não foi respondida a tempo. Vale olhar para os três pontos onde esse custo se concentra.

O tempo perdido no vaivém entre telas

Cada troca de tela tem um preço pequeno que se repete centenas de vezes por noite. Você olha o tablet, volta para o WhatsApp, confere o painel do cardápio e refaz o caminho quando desconfia que esqueceu alguma coisa.

No fim do expediente, esse ir e vir consumiu um tempo que poderia ter ido para a cozinha ou para o cliente. Naturalmente, é também nesse vaivém que mora a maior parte dos erros de anotação.

O pedido que ninguém viu chegar

Quando o movimento aperta, a atenção se divide. Um pedido pode ficar parado esperando aceitação enquanto você resolve outra coisa em outra tela, e o cliente do outro lado só percebe que algo travou quando o tempo de entrega já estourou.

Esse tipo de perda dói mais do que parece, porque o cliente costuma não reclamar. Ele apenas não volta.

A cozinha sem previsibilidade

A cozinha só produz bem quando enxerga a fila inteira. Se os pedidos entram por três caminhos e chegam à produção em ritmos diferentes, a equipe perde a noção do que vem pela frente e passa a trabalhar reagindo, não planejando.

Em contrapartida, quando a fila é única, dá para enxergar o volume real do momento e distribuir o preparo com muito mais critério.

O que significa integrar canais de pedido?

Integrar canais não é escolher um e desligar os outros. É fazer com que pedidos nascidos em lugares diferentes cheguem organizados ao mesmo destino, para que a sua equipe trabalhe olhando para uma fila só.

Na prática, o cliente continua pedindo de onde ele preferir. O que muda é o seu lado do balcão: em vez de três telas competindo pela sua atenção, existe um painel de pedidos, que é a tela única onde toda a fila aparece reunida e organizada por horário.

Essa distinção importa porque muita gente adia a integração achando que ela exige uma decisão dolorosa sobre qual canal abandonar. Não exige. A integração é justamente o que permite manter todos sem que a rotina fique impossível.

Existe ainda uma segunda confusão comum, que é achar que integrar significa deixar tudo igual em todos os lugares. Também não é o caso. Você continua podendo ter preço diferente por canal, item que só aparece no seu cardápio próprio ou promoção que vale apenas para quem pede direto com você.

O que a integração unifica é a chegada do pedido e o registro da venda, não as regras comerciais de cada canal. Essa liberdade é justamente o que permite compensar as diferenças de custo entre vender por conta própria e vender por intermediário.

Qual é o papel de cada canal na sua operação?

Cada canal entrega uma coisa diferente para o seu negócio, e confundir os papéis é o que costuma gerar frustração. O quadro abaixo resume o que cada um faz, onde o pedido se fecha e de quem é o relacionamento com o cliente.

CanalO que ele fazOnde o pedido se fechaQuem fica com o contato do cliente
Cardápio digitalÉ o seu canal próprio de vendas, onde o cliente navega, monta e envia o pedidoNo próprio cardápioSeu restaurante
WhatsAppÉ o canal de atendimento, onde o cliente tira dúvidas e recebe o link do cardápioNo cardápio, para onde o link levaSeu restaurante
Instagram e FacebookSão canais de descoberta e atendimento, com o mesmo caminho do WhatsAppNo cardápio, para onde o link levaSeu restaurante
iFoodÉ um canal de descoberta e vendas que ajuda a alcançar novos clientes e ampliar a visibilidade do restaurante.Dentro do próprio aplicativoO aplicativo

Repare na terceira coluna, porque ela costuma ser a maior fonte de confusão. Em todos os caminhos que passam pelo seu canal próprio, o pedido termina no cardápio digital, mesmo quando a conversa começou em outro lugar.

Como o cardápio digital vira o centro da operação?

Se existe uma peça que sustenta a operação integrada, é o cardápio digital, o menu on-line do restaurante que o cliente acessa por link ou QR Code. Ele é o lugar onde o pedido de fato acontece e, por isso, funciona como a base sobre a qual os outros canais se apoiam.

Por que o pedido se fecha no cardápio?

O cardápio é o único ambiente que tem tudo o que um pedido precisa para nascer completo. Ali estão as categorias, os adicionais, as observações, os combos, a disponibilidade real de cada item e a área de entrega configurada.

Quando o cliente monta o pedido nesse ambiente, ele escolhe dentro das regras que você definiu. O resultado chega à sua cozinha já organizado, sem a etapa de alguém traduzir uma conversa solta em uma comanda.

Isso reduz o retrabalho de forma direta. Ninguém precisa perguntar de novo qual era o tamanho, se ia com cebola ou qual era o ponto da carne, porque essas escolhas foram feitas na hora em que o cliente montou o pedido.

O que você ganha por ser dono do canal?

No seu cardápio, o relacionamento com quem comprou é seu. Você sabe quem pediu, o que pediu e com que frequência volta, o que abre caminho para recompra com recursos como o cupom de desconto e o cashback, que devolve parte do valor em crédito para uma próxima compra.

Além disso, o modelo comercial é diferente do que se vê nos aplicativos. A Anota AI trabalha com mensalidade, sem taxa por pedido e sem comissão, e as únicas taxas que existem são as dos meios de pagamento dentro do cardápio. Vale reforçar que a Anota AI não é um aplicativo de intermediação e não fica com um percentual das suas vendas.

Se você ainda está montando esse canal ou quer revisar o que já tem, o guia de cardápio digital para restaurante cobre a parte de estruturação item por item.

Como o WhatsApp entra como canal de atendimento?

O WhatsApp é onde o cliente já está e onde ele naturalmente manda a primeira mensagem. Por isso ele é uma porta de entrada valiosa, desde que o papel dele fique claro na sua operação.

O que o atendente virtual resolve?

O atendente virtual é o robô com inteligência artificial que responde no WhatsApp, no Instagram e no Facebook. Ele atende vários clientes ao mesmo tempo, responde às perguntas que mais se repetem, como horário de funcionamento, formas de pagamento e área de entrega, e envia o link do cardápio para quem quer comprar.

O ponto que costuma ser mal explicado por aí é justamente esse: o atendente virtual não fecha a venda. Ele conduz a conversa e entrega o link, e o cliente monta e envia o pedido no cardápio digital. A conversa começa no WhatsApp, o pedido se conclui no cardápio.

Essa divisão existe por um motivo prático. Um pedido montado no cardápio carrega adicionais, observações e disponibilidade atualizada, coisas que uma troca de mensagens soltas dificilmente reúne com a mesma precisão.

O atendente virtual também entende os áudios que o cliente manda, por meio do Escuta AI, que interpreta a mensagem de voz e responde por texto. O recurso está incluído em todos os planos e resolve uma situação comum em bairro e interior, onde muita gente prefere falar a digitar.

O que muda no seu tempo de resposta?

Quando as perguntas repetidas saem da sua mão, sobra atenção para o que só você resolve. Igualmente importante, o cliente deixa de esperar, e a chance de ele desistir no meio do caminho diminui bastante.

Depois que o pedido entra, o atendente virtual ainda envia as atualizações de status, o que reduz aquela sequência de mensagens perguntando se já saiu para entrega. Se quiser se aprofundar nesse fluxo, vale conhecer o cardápio de pedidos via WhatsApp em detalhe.

Uma observação honesta sobre automação: o modelo é reativo, ou seja, o atendente responde a quem chamou o restaurante. Não existe disparo de mensagem em massa para lista de contatos, porque essa prática contraria as diretrizes do WhatsApp e coloca o número do seu restaurante em risco.

Como os pedidos do iFood entram no mesmo painel?

O iFood cumpre um papel que os canais próprios não cumprem sozinhos: ele coloca a sua loja na frente de gente que ainda não conhece o seu restaurante. Essa vitrine tem valor real, principalmente para quem está começando ou acabou de mudar de bairro.

A integração que traz os pedidos para a mesma fila

Com a integração ativa, os pedidos feitos no aplicativo aparecem no mesmo painel onde já entram os do seu cardápio digital. O cliente do iFood continua pedindo dentro do aplicativo, como sempre fez, e quem ganha praticidade é a sua equipe, que para de acompanhar duas filas paralelas.

O atalho da importação do cardápio

Montar um cardápio do zero é a etapa que mais trava quem quer começar. Como o seu cardápio do iFood já está pronto e organizado, dá para importá-lo e usar essa estrutura como ponto de partida do seu cardápio digital.

Na prática, você economiza as horas de cadastrar item por item e passa direto para o ajuste fino, revisando descrições, fotos e adicionais. Quem quer entender as diferenças entre os dois ambientes encontra o comparativo no conteúdo sobre cardápio do iFood.

Como funciona o painel de pedidos unificado?

O painel de pedidos é a peça que transforma canais separados em rotina única. É nele que a fila aparece inteira, com os pedidos do seu cardápio digital, inclusive os de quem chegou pelo WhatsApp, lado a lado com os do aplicativo, ordenados por horário de entrada.

Aceitação automática e alerta sonoro

A aceitação automática dispensa alguém confirmar pedido a pedido, o que elimina o intervalo entre o cliente enviar e a cozinha ficar sabendo. O alerta sonoro avisa a cada entrada nova, então nenhum pedido fica parado esperando que alguém olhe a tela.

Dessa forma, o pedido segue direto para a produção assim que entra. A equipe deixa de vigiar telas e volta a olhar para a comanda e para o preparo.

O sistema como ponto de venda central

Nessa configuração, a Anota AI funciona como PDV central, sigla para ponto de venda, que é o sistema onde os pedidos e pagamentos são registrados. Balcão, delivery e canais de mensagem passam a alimentar o mesmo registro.

Para quem toca mais de uma unidade, essa centralização é o que permite comparar desempenho com critério, porque todas as lojas passam a registrar da mesma forma. Quem também trabalha com salão e retirada encontra o passo seguinte no conteúdo sobre como unificar delivery, salão e retirada.

Qual é a relação entre a Anota AI e o iFood?

O iFood investiu na Anota AI em 2022 como parte da estratégia de ampliar o acesso dos restaurantes a soluções de tecnologia. As duas empresas operam de forma independente, mas fazem parte do mesmo ecossistema voltado à digitalização de restaurantes.

Na prática, isso permite combinar o alcance do iFood, que ajuda restaurantes a conquistar novos clientes, com as ferramentas da Anota AI para centralizar pedidos e fortalecer os canais próprios. Assim, o restaurante pode aproveitar a força de cada canal sem precisar escolher entre eles.

Como fica a entrega quando os canais estão integrados?

Vale dizer com todas as letras: a Anota AI não faz a entrega. O que ela faz é organizar a logística e conectar o seu restaurante com quem entrega, do motoboy próprio a uma rede de entregadores parceira.

Para os pedidos que nascem nos seus canais próprios, existe a Logística Sob Demanda (iFood), que permite solicitar entregadores do iFood para dar conta da corrida. É um recurso útil em pico de fim de semana, quando o time próprio não vence a demanda.

O recurso tem pré-requisitos, e é melhor saber deles antes de contar com a solução. É preciso ter o Pagamento Online ativo, com o repasse feito por uma parceira de pagamento, e as regiões de entrega precisam estar configuradas por raio, não por bairro.

Se a sua operação não atende esses requisitos hoje, a integração dos canais continua funcionando normalmente. A logística é uma camada a mais, não uma condição para unificar a fila de pedidos.

Como equilibrar aplicativo e canal próprio sem perder venda?

A dúvida que trava muito dono de restaurante é se investir no canal próprio significa perder o que o aplicativo traz. Não significa, e tratar os dois como rivais costuma ser um erro de leitura sobre o papel de cada canal.

O iFood tem alcance para colocar o restaurante diante de novos clientes. O canal próprio, por sua vez, ajuda a fortalecer o relacionamento com quem já comprou e pode voltar. A ideia não é escolher um ou outro, mas aproveitar cada canal para uma finalidade.

A questão da margem também entra aqui e deve ser tratada com atenção. Segundo a página oficial de planos do iFood para restaurantes, a comissão é de 12% sobre pedidos delivery no Plano Básico e de 23% no Plano Entrega, além de 3,2% nos pedidos pagos pelo aplicativo.

Esses percentuais fazem parte do modelo de intermediação e são o preço de uma vitrine que funciona. Eles não têm relação com a Anota AI, que cobra mensalidade sem taxa por pedido. Conhecer os dois modelos ajuda você a decidir quanto do seu volume vale a pena manter em cada lugar.

Uma forma prática de equilibrar é usar o aplicativo para atrair e o canal próprio para fidelizar. Quem chegou pelo aplicativo pode receber, junto com o pedido, um convite para pedir direto na próxima vez, com um cupom no seu cardápio.

O que muda no dia a dia da cozinha e do caixa?

A integração dos canais precisa gerar um efeito perceptível na rotina. Quando os pedidos ficam centralizados, cozinha, caixa e atendimento passam a trabalhar com as mesmas informações, reduzindo a necessidade de conferir diferentes telas ou repassar pedidos manualmente.

  • Produção mais organizada: a fila única mostra os pedidos na ordem em que entraram, sem depender de alguém transferir informações de uma tela para outra;
  • Fechamento de caixa mais simples: com os pedidos registrados em um só lugar, fica mais fácil conferir as vendas sem reunir relatórios de diferentes canais manualmente;
  • Visão completa dos resultados: os relatórios permitem comparar o desempenho dos canais e identificar quais produtos vendem mais e onde a margem é mais interessante;
  • Treinamento mais rápido da equipe: quando os pedidos seguem um único fluxo, a equipe aprende um processo em vez de precisar memorizar procedimentos diferentes para cada canal;
  • Menos dependência de comandas de papel: quem utiliza um display de cozinha (KDS) consegue visualizar os pedidos diretamente em uma tela, na sequência em que devem ser preparados;
  • Impressão automática para quem prefere papel: os pedidos podem ser impressos assim que entram, mantendo o fluxo automatizado sem exigir que alguém imprima ou leve a comanda até a cozinha;
  • Atendimento mais ágil: quando um cliente pergunta sobre o pedido, a equipe encontra as informações em um único lugar, independentemente do canal em que a venda foi realizada.

Em resumo, centralizar os canais não significa apenas reunir pedidos em uma tela. O principal ganho é criar um fluxo único de informação, da venda à produção e ao atendimento, com menos etapas manuais e mais visibilidade sobre a operação.

Como começar a integrar sem parar a operação?

Ninguém precisa virar a chave de tudo numa noite de sábado. A integração funciona melhor quando entra em etapas, com tempo de ajustar cada peça antes da seguinte.

Comece pelo cardápio digital

O primeiro passo é ter o seu cardápio próprio no ar e correto, porque ele é a base de tudo o que vem depois. Se você já vende pelo aplicativo, use a importação para adiantar o cadastro e reserve o seu tempo para revisar descrições, fotos e adicionais.

Antes de divulgar, faça um pedido de teste do começo ao fim. Esse teste simples revela quase todos os pontos que precisam de ajuste.

Ligue o atendimento e depois o aplicativo

Com o cardápio pronto, conecte o WhatsApp e configure o atendente virtual com as três perguntas que mais chegam na sua caixa de entrada. Só isso já alivia a rotina de forma perceptível na primeira semana.

Depois que o atendimento estiver rodando, ative a integração com o aplicativo para que aqueles pedidos passem a cair no mesmo painel. Deixar essa etapa por último evita mexer em duas coisas ao mesmo tempo.

Ajuste o que o movimento mostrar

Passada a primeira semana, olhe onde a operação ainda trava. Talvez a área de entrega precise de ajuste, talvez falte um adicional que todo mundo pede, talvez o horário configurado não bata com a realidade do fim de semana.

Esse ajuste fino é o que separa uma integração que funciona no papel de uma que funciona no rush. Vale rever a configuração uma vez por mês nos primeiros meses.

Quais erros evitar ao unificar os canais?

Integrar diferentes canais de venda facilita a operação, mas exige que algumas informações e processos estejam alinhados.

  • Deixar o cardápio desatualizado em um dos canais: quando um item esgota e a informação só é alterada em um lugar, o cliente pode fazer um pedido que a cozinha não consegue atender. Mantenha preços, produtos e disponibilidade atualizados em todos os canais;
  • Ignorar os custos de cada canal na precificação: aplicativos, marketplaces e canais próprios podem ter estruturas de cobrança diferentes. Considere esses custos ao calcular o preço e a margem de cada item;
  • Configurar o horário de funcionamento de forma otimista: se o sistema aceita pedidos até o último minuto, mas a cozinha já está encerrando a operação, o restaurante pode receber pedidos que não conseguirá preparar. Defina horários compatíveis com a rotina real da equipe;
  • Tratar a automação como substituta do atendimento humano: o atendente virtual pode assumir tarefas repetitivas, mas reclamações, pedidos especiais e situações fora do padrão ainda podem exigir a intervenção de uma pessoa;
  • Depender de um computador ligado para manter o atendimento: quando a operação depende de uma máquina no restaurante, uma queda de energia ou um computador desligado pode interromper o atendimento. O Anota Nuvem permite que o robô rode diretamente na nuvem, sem depender de um computador específico no estabelecimento. Antes de contar com esse recurso, confirme as condições disponíveis para o seu plano;
  • Medir o resultado apenas pelo número de pedidos: o volume de vendas não mostra sozinho qual canal é mais vantajoso. Compare faturamento, custos, margem e recompra separadamente para entender se a integração está melhorando de fato o resultado da operação.

Uma operação organizada começa pelo seu próprio cardápio

Se você chegou até aqui, já percebeu que integrar canais é menos sobre tecnologia e mais sobre devolver previsibilidade para a sua rotina. O cardápio digital sustenta a operação porque é onde o pedido nasce completo, o WhatsApp atende e conduz o cliente até lá, e o aplicativo continua trazendo gente nova para conhecer a sua comida.

Você não precisa fazer tudo de uma vez. Escolha um canal para arrumar esta semana, faça um pedido de teste do começo ao fim e veja quanto tempo sobra quando a fila para de se espalhar por três telas.

Mais de 40 mil estabelecimentos já usam a Anota AI para organizar o delivery, e a maior parte deles começou exatamente assim, ajustando uma peça de cada vez até a operação caber numa tela só.

Se quiser continuar por aqui, o conteúdo sobre como escolher um cardápio digital ajuda a avaliar o que a sua operação precisa. E se ficou alguma dúvida sobre o seu caso específico, você pode conversar com um consultor da Anota AI e testar sete dias grátis, sem cartão.

Perguntas frequentes

A integração com o iFood funciona com o meu cardápio digital?

Sim. Com a integração ativa, os pedidos feitos no iFood passam a aparecer no mesmo painel onde entram os pedidos do seu cardápio digital e dos seus canais de mensagem. Você continua vendendo no aplicativo normalmente, e a diferença fica na sua tela, que passa a mostrar uma fila só.

O cliente faz o pedido dentro do WhatsApp?

Não. No WhatsApp, o atendente virtual responde as dúvidas e envia o link do cardápio digital, e é no cardápio que o cliente monta e envia o pedido. Essa separação existe porque o cardápio reúne adicionais, observações e disponibilidade atualizada de cada item, o que uma conversa por mensagem dificilmente organiza da mesma forma.

Preciso sair do iFood para ter canal próprio?

Não precisa, e na maioria dos casos não é o mais indicado. O aplicativo funciona como vitrine e traz clientes que ainda não conhecem o seu restaurante, enquanto o canal próprio serve para atender melhor quem já comprou e quer voltar. Os dois convivem bem quando cada um cumpre o seu papel.

A Anota AI cobra taxa por pedido?

Não. O modelo é de mensalidade fixa, sem taxa por pedido e sem comissão sobre as suas vendas. As únicas taxas envolvidas são as dos meios de pagamento usados dentro do cardápio, que seguem as regras de cada forma de pagamento.

Preciso de alguém de tecnologia para integrar?

Não. A configuração é feita pelo próprio painel, com cadastro, importação do cardápio, conexão do WhatsApp e ajuste da impressora. Quem já vende pelo aplicativo consegue adiantar boa parte do trabalho importando o cardápio que já está pronto, sem depender de equipe técnica.

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